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sexta-feira, 6 de março de 2015

MADONNA - REBEL HEART ALBUM


Rebel Heart é o décimo terceiro álbum de estúdio da cantora americana Madonna, lançado primeiramente na Austrália em 6 de março de 2015 pela Interscope Records. Em 2014, Madonna começou a postar uma série de fotos no site de mídia social Instagram, onde sugeria possivelmente, escritores e colaboradores para o álbum com legendas de numerosas hashtags, como Avicii, Natalia Kills e Diplo. O álbum centra-se em dois temas: ouvir o coração e ser um rebelde. Madonna observou dois temas distintos emergindo organicamente e sentiu a necessidade de expressar isso. Então o álbum foi intitulado como Rebel Heart, desde que ela lidou com duas faces diferentes, de seu lado romântico e seu lado rebelde e renegado.

No fim de 2014, quase trinta canções em suas formas demo foram disponibilizadas ilegalmente na internet, deixando Madonna enfurecida, chamando o vazamento de "estupro artístico" e uma forma de terrorismo. Ela foi criticada pela comparação. Isto fez a equipe da cantora antecipar o lançamento do álbum e colocá-lo em pré-venda, com seis faixas terminadas. A capa foi revelada com o rosto de Madonna enrolada em fios pretos, tornou-se popular nos meios de comunicação social, resultando em inúmeros memes. Fãs enrolaram fios pretos em seus rostos para se parecer com a capa. O primeiro single do álbum, "Living for Love", foi lançado em 20 de dezembro de 2014 em forma de streaming digital. O segundo single, "Ghosttown" foi anunciado em 13 de Março de 2015. Rebel Heart vendeu 500 mil cópias nos Estados Unidos e mais de 1 milhão ao redor do mundo.

N.º Título

1. "Living For Love"
2. "Devil Pray"
3. "Ghosttown"
4. "Unapologetic Bitch"
5. "Illuminati" 
6. "Bitch I'm Madonna" 
7. "Hold Tight"
8. "Joan of Arc"
9. "Iconic"
10. "HeartBreakCity"
11. "Body Shop"
12. "Holy Water"
13. "Inside Out"
14. "Wash All Over Me"

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Rebel_Heart_(álbum)


sexta-feira, 23 de março de 2012

MADONNA - MDNA ALBUM


MDNA é o décimo segundo álbum de estúdio da cantora estadunidense Madonna, lançado em 23 de março de 2012. É o seu lançamento de estreia em contrato com a Live Nation Entertainment e em parceria com a Interscope Records, que serviu como distribuidora. Também é o primeiro trabalho de Madonna não associado com a Warner Bros. Records, sua gravadora desde seu primeiro álbum, lançado em 1983. Madonna começou a desenvolver o disco em julho de 2011, colaborando com produtores musicais como Alle Benassi, Benny Benassi, The Demolition Crew, Free School, Michael Malih, Indiigo Muanza, William Orbit e Martin Solveig.

Madonna voltou a trabalhar com o produtor William Orbit depois de mais de 10 anos após a última parceria entre os dois. Solveig foi convidado para uma sessão de gravação em Londres. Originalmente, a artista havia convidado Solveig com apenas uma canção em mente, que se expandiu em três. Eles encontraram vários gostos em comum, como na música, comida e vinhos. Inclusive, eles descobriram um interesse em comum em cinema, que levou a elaboração de uma música em referência ao filme francês Le samouraï. Benny Benassi não era fluente na língua inglesa, e seu primo Alle Bennassi foi utilizado como tradutor durante as gravações.

Após seu lançamento, MDNA recebeu avaliações geralmente positivas, com críticos musicais de música contemporânea elogiando as músicas produzidas por Orbit, enquanto outros o classificaram como genérico. Internacionalmente, o projeto estreou na primeira colocação de outros trinta países, incluindo o Brasil, Canadá, Irlanda e Reino Unido. MDNA estreou no topo da parada de álbuns americana Billboard 200 com 359 mil cópias vendidas. No entanto, na semana seguinte o álbum apresentou uma queda de 86.7% de vendas, tornando-se o álbum de segunda maior queda em sua segunda semana de vendas na história da Nielsen SoundScan.

O primeiro single extraído foi "Give Me All Your Luvin'", contando com participação das rappers Nicki Minaj e M.I.A., alcançando a décima posição nos Estados Unidos, sendo o trigésimo-oitavo single da cantora a alcançar as dez primeiras posições no país. Também chegou ao topo da Hot Dance Club Songs, assim como o segundo e terceiro singles lançados, "Girl Gone Wild" e "Turn Up the Radio"; isso fez com que Madonna alcançasse a marca de 43 faixas a ter chegado ao topo da parada. Para a promoção de MDNA, a cantora apresentou-se no Super Bowl XLVI e embarcou na turnê MDNA Tour (2012), visitando o continente americano, a Europa e o Oriente Médio. Ao final da digressão, a Billboard anunciou que era a mais lucrativa de 2012.

N.º Título

1. "Girl Gone Wild"
2. "Gang Bang"
3. "I'm Addicted"
4. "Turn Up the Radio"
5. "Give Me All Your Luvin'"
6. "Some Girls"
7. "Superstar"
8. "I Don't Give A"
9. "I'm A Sinner"
10. "Love Spent"
11. "Masterpiece"
12. "Falling Free" 

Fonte:  https://pt.wikipedia.org/wiki/MDNA

sábado, 19 de abril de 2008

MADONNA - HARD CANDY ALBUM


Hard Candy é o décimo primeiro álbum de estúdio da artista musical estadunidense Madonna. Seu lançamento ocorreu em 19 de abril de 2008 através da Warner Bros. Records. Foi seu último álbum de estúdio com a gravadora, marcando o término de um contrato de vinte e seis anos com a Warner. Madonna começou a trabalhar no álbum em 2007, e teve colaboração de Justin Timberlake, Timbaland, Pharrell Williams e Nate "Danja" Hills. Os Pet Shop Boys também foram solicitados a colaborar com Madonna no álbum, mas a gravadora convenceu a cantora de mudar de ideia. Musicalmente, Hard Candy deriva da música urbana misturada com elementos proeminentes do dance-pop, com menos ênfase que seu álbum anterior Confessions on a Dance Floor (2005). Madonna declarou que a principal inspiração para composição do álbum foi seu casamento com o diretor britânico Guy Ritchie.

Madonna se interessou em trabalhar com Justin Timberlake após ouvir seu álbum FutureSex/LoveSounds. Juntos, eles desenvolveram uma série de canções para o álbum, mas a base do desenvolvimento foram diversas demos feitas com Williams. Madonna tinha um grande número de faixas escritas para o álbum, e Timberlake ficou espantado com isso. Ambos discutiam intensamente antes de gravar uma canção. Mais tarde, Madonna lembrou que a maioria das músicas de Hard Candy eram autobiográficas em muitos aspectos. No entanto, segundo ela, não foi intencional, e que isto aconteceu quando ela estava no processo de desenvolvimento do álbum.

O título do disco aborda as justa-posições de resistência e de doçura. Ela tinha decidido inicialmente em retratar-se como a Madonna Negra para a capa do disco, mas depois descartou a ideia por sua controvérsia. Em vez disso, ela decidiu retratar-se como uma boxeadora, intitulada "M-Dolla". Hard Candy teve avaliações positivas dos críticos musicais, com alguns considerando que Madonna estava tentando se aproveitar da onda da época em torno do mercado urbano e do hip hop. Depois de seu lançamento, Hard Candy estreou no primeiro lugar de tabelas musicais em mais de 37 países, incluindo Estados Unidos, Austrália, França, Alemanha, Japão, Suíça e Reino Unido. O álbum ficou na décima-primeira colocação entre os discos com maior número de vendas de 2008.

Três singles foram lançados do álbum. O carro-chefe, "4 Minutes", foi um sucesso mundial, alcançando o pico dos principais mercados musicais e tornando-se o trigésimo sétimo lançamento de Madonna a atingir as dez primeiras posições da Billboard Hot 100. "Give It 2 Me" e "Miles Away" foram lançados como os outros dois focos de promoção do disco e tiveram desempenho moderado nas paradas musicais. Para promover o álbum, Madonna fez uma pequena turnê intitulada "Hard Candy Promo Tour" onde se apresentou em três cidades em locais pequenos. O álbum foi promovido principalmente durante a turnê Sticky & Sweet Tour (2008-2009), quebrando seu próprio recorde alcançado anteriormente com a turnê Confessions Tour (2006), tornando-se a turnê com maior arrecadação por um artista solo.

N.º Título

1. "Candy Shop"
2. "4 Minutes"
3. "Give It 2 Me" (com Pharrell Williams)
4. "Heartbeat"
5. "Miles Away"
6. "She's Not Me"
7. "Incredible"
8. "Beat Goes On"
9. "Dance 2night"
10. "Spanish Lesson"
11. "Devil Wouldn't Recognize You"
12. "Voices"

Fonte:  https://pt.wikipedia.org/wiki/Hard_Candy_(álbum_de_Madonna)



sexta-feira, 11 de novembro de 2005

MADONNA - CONFESSIONS ON A DANCE FLOOR ALBUM


Confessions on a Dance Floor é o décimo álbum de estúdio da cantora norte-americana Madonna, lançado em 11 de novembro de 2005 pela Warner Bros. Records. O disco marcou um afastamento de seu último trabalho, American Life (2003) e inclui influências da música disco dos anos 1970 e 1980, bem como da dance music contemporânea. Cansada do foco político que havia incluído em suas produções anteriores, Madonna sentiu a necessidade de "relaxar e ficar de bom humor". Inicialmente, a artista colaborou com Mirwais Ahmadzaï. No entanto, Madonna sentiu que o trabalho não estava indo na direção que queria, e então começou uma nova colaboração com Stuart Price, que já havia trabalhado em seu documentário I'm Going to Tell You a Secret.

Musicalmente é estruturado como um repertório de DJ. As faixas estão sequenciadas de forma que não haja intervalos entre elas. Seu título vem do fato de que os números consistem em canções alegres e felizes no início, progredindo para melodias mais sombrias e letras que descrevem compromissos e sentimentos pessoais. As canções usam amostras e referências de canções antigas de Madonna e de outros artistas, tais como ABBA, Donna Summer, Pet Shop Boys, Bee Gees e Depeche Mode. Uma das canções, "Isaac", gerou controvérsia quando rabinos israelenses afirmaram que a canção falava sobre o estudioso da cabala Yitzhak Luria. No entanto, Madonna alegou que a canção falava sobre Yitzhak Sinwani, que aparece como artista convidado na faixa.

Após seu lançamento, Confessions on a Dance Floor foi geralmente bem recebido por parte da crítica, que intitularam-o como a "volta de Madonna" á dance-music, depois de álbuns mais focados na produção acústica, foi também elogiada a direção musical e produção do disco por Stuart Price. Madonna recebeu um prêmio Grammy de "Melhor Álbum Dance/Eletrônico" em sua 49ª cerimônia de entrega em 2007, bem como o reconhecimento como a "Melhor Artista Solo Internacional" nos Brit Awards de 2006. Nas paradas musicais, Confessions on a Dance Floor chegou ao topo em 40 países, garantindo o recorde no Guinness Book of World Records em 2007. Também foi o sexto disco mais vendido de 2005, mesmo tendo sido lançado no fim do ano. Em todo mundo, o disco vendeu cerca de 11 milhões de cópias.

O disco rendeu quatro singles: O carro-chefe, "Hung Up", obteve um grande êxito comercial, tendo atingido o primeiro lugar das tabelas de 45 países, atingindo a sétima posição da parada Hot 100 da Billboard, principal parada dos Estados Unidos. Foi seguido por "Sorry", que também atingiu um bom desempenho, tornando-se a décima segunda canção de Madonna a alcançar o topo no Reino Unido. "Get Together" e "Jump" foram lançados como a terceira e quarta faixas de divulgação respectivamente, sendo que ambas tornaram-se sucessos na parada Billboard Dance/Club Play Songs. Madonna ajudou a promover o álbum em 2006 com a turnê Confessions Tour, percorrendo a América do Norte, Europa e Ásia, alcançando no mesmo ano a maior arrecadação de uma turnê entre as feitas por uma artista solo, recorde mais tarde batido pela própria cantora com suas turnês Sticky & Sweet Tour(2008-2009) e MDNA Tour (2012).

N.º Título

4. "Future Lovers" 

5. "I Love New York"
6. "Let It Will Be"
7. "Forbidden Love"
8. "Jump"
9. "How High"
10. "Isaac"
11. "Push"
12. "Like It or Not" 

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Confessions_on_a_Dance_Floor


terça-feira, 25 de janeiro de 2005

MADONNA - AMERICAN LIFE ALBUM


American Life é o nono álbum de estúdio da artista musical estadunidense Madonna. O seu lançamento ocorreu em 21 de abril de 2003, através da Maverick Records e da Warner Bros. Records. Produzido inteiramente por Madonna e Mirwais Ahamdzaï (com o auxílio de Mike "Spike" Stent" em duas faixas), o disco apresenta múltiplas referências à cultura americana. É considerado um "álbum conceitual", em que seus temas mais recorrentes são o Sonho Americano e o materialismo. Estes temas rejeitam a imagem de Madonna como uma garota materialista, que foi bastante popular na década de 1980. American Life é um álbum folk com uma definição pura e elementos proeminentes da música pop. Também possui gêneros como a música eletrônica e o rock, bem como influências da música acústica em diversas faixas.

Críticos de música especializada deram revisões mistas para o álbum, dos quais prezaram a ousadia de Madonna em lançar um álbum pop numa época em que o R&B dominava a música mundial; no entanto, outros negativaram sua produção, bem como suas letras consideradas "pesadas", e foi o segundo álbum de Madonna a conter o adesivo Parental Advisory. O disco teve um desempenho exitoso, liderando tabelas musicais de catorze países, como a Alemanha, Áustria, a Bélgica, o Canadá, a França e a Itália. Nos Estados Unidos, American Life converteu-se no quinto álbum de Madonna (sendo seu segundo consecutivo estreando no topo) a liderar a tabela de álbuns Billboard 200 vendendo 241 mil cópias em sua semana de lançamento. No entanto, as vendas em sua semana seguinte reduziram em 63%. A Recording Industry Association of America (RIAA) e a British Phonographic Industry (BPI) certificaram o álbum como platina, denotando vendas de um milhão de cópias nos Estados Unidos e 300 mil cópias no Reino Unido, respectivamente. Tornou-se o trigésimo segundo mais vendido de 2003, e comercializou cerca de 5 milhões de cópias mundialmente.

Foram lançados quatro singles de American Life. O primeiro, a faixa-título, recebeu negativação universal da crítica especializada, com a revista Blender listando-a como a décima pior canção de todos os tempos. Alcançou o número 37 na Billboard Hot 100 e qualificou-se entre as dez músicas mais executadas em diversos países. Seu vídeo musical retratou um desfile com temática militar "anti-moda"; no entanto, sua estreia foi cancelada devido à violência contida no vídeo. Foi produzido um segundo vídeo musical, que apresenta Madonna cantando na frente de todas as bandeiras do mundo. "Hollywood" foi o segundo single do álbum, e tornou-se a primeira canção de Madonna a não atingir a Billboard Hot 100 desde "Holiday". "Nothing Fails" e "Love Profusion" foram os últimos dois singles lançados de American Life, mas tiveram baixo desempenho comercial, atingindo o topo das tabelas musicais espanholas. Entretanto, os quatro singles do álbum atingiram a primeira posição do periódico genérico Hot Dance Club Play.

Para promover ainda mais o disco, a intérprete se apresentou na pequena turnê American Life Promo Tour e nos MTV Video Music Awards no ano de 2003, sendo que na última citada Madonna dividiu o palco com Britney Spears, Christina Aguilera e Missy Elliott apresentando "Like a Virgin", "Hollywood" e "Work It". Causou controvérsia por Madonna beijar Spears e Aguilera na boca, e rendeu grande especulação da mídia e da imprensa. No ano seguinte, Madonna se apresentou na turnê Re-Invention Tour, que arrecadou cerca de US$ 125.000.000 (US$ 156.070.000 em 2014) e tornou-se a turnê com maior arrecadação no ano de 2004. Foi registrada no documentário I'm Going to Tell You a Secret, cujo álbum de mesmo nome tornou-se o primeiro álbum CD/DVD ao vivo de Madonna.

N.º Título

1. "American Life"
2. "Hollywood"
3. "I'm So Stupid"
4. "Love Profusion"
5. "Nobody Knows Me"
6. "Nothing Fails"
7. "Intervention"
8. "X-Static Process"
9. "Mother and Father"
10. "Die Another Day"
11. "Easy Ride" 

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/American_Life

MADONNA - MUSIC ALBUM


Music é o oitavo álbum de estúdio da artista musical estadunidense Madonna. O seu lançamento ocorreu em 18 de setembro de 2000, através das gravadoras Maverick Records e Warner Bros. Records. O disco possui uma sonoridade inspirada por gêneros como o dance-pop, o pop e a música eletrônica, apresentando fortes influências do country pop, do folk e do rock e o uso do vocoder; enquanto a sua instrumentação inclui percussão, cordas, guitarra, sintetizadores e teclados. Liricamente, as faixas refletem-se a múltiplos temas, como a dança, a atitude e o amor, com "What It Feels Like for a Girl" retratando o machismo e a inferioridade feminina. As gravações do projeto ocorreram entre setembro de 1999 e janeiro de 2000 em estúdios na Inglaterra e nos Estados Unidos sob a produção da própria cantora juntamente com Mirwais Ahmadzaï, William Orbit, Guy Sigsworth, Mark "Spike" Stent e Talvin Singh.

Em setembro de 1999, Madonna iniciaria uma turnê para promover Ray of Light, mas esta foi cancelada devido ao atraso das filmagens de The Next Best Thing (1999. Pouco depois de lançar "Beautiful Stranger" para a trilha sonora do filme Austin Powers: The Spy Who Shagged Me, ela iniciou um relacionamento com o diretor britânico Guy Ritchie. Em 2000, após lançar "American Pie" para a trilha sonora de The Best Next Thing e anunciar a gravidez de seu segundo filho, ela concentrou-se no desenvolvimento de Music para se distanciar das notícias acerca de sua gravidez, tendo como base a música eletrônica para sua concepção e recebendo pressão de sua gravadora para repetir o sucesso comercial de Ray of Light. A intérprete decidiu criar um som característico do mercado musical da época, que estava sendo dominado por cantoras jovens como Britney Spears e Christina Aguilera e conheceu o disc jockey (DJ) francês Mirwais Ahmadzaï, cuja produção ela gostou imediatamente.

Music recebeu análises positivas da mídia especializada, a qual prezou a sua produção e a colaboração entre Madonna e Ahmadzaï, bem como a criatividade musical do projeto; contudo, alguns resenhadores criticaram as canções produzidas por Orbit, apesar de terem chamando-as de "cativantes". Posteriormente, foi incluído na listas dos melhores álbuns de todos os tempos da Rolling Stone e venceu o Grammy Award de Best Recording Package. Comercialmente, o disco obteve um desempenho exitoso, liderando as tabelas musicais de cerca de 23 países, como a Áustria, o Canadá, os Estados Unidos e o Reino Unido e vendendo quatro milhões de cópias em dez dias, de acordo com a CNN. Nos Estados Unidos, tornou-se o quarto álbum de Madonna a culminar na tabela Billboard 200, sendo o seu primeiro material a liderar a tabela supracitada em 11 anos. Mundialmente, faturou 15 milhões de exemplares comercializados, sendo o álbum mais vendido de Madonna na década de 2000.

A fim de promover o disco, três singles oficial foram lançados, além de um promocional. O primeiro, a faixa homônima, atingiu um estrondoso sucesso comercial, culminando as tabelas musicais de 25 países. O segundo, "Don't Tell Me", conseguiu êxito semelhante, listando-se nas dez melhores posições em territórios como a Austrália, os Estados Unidos e o Reino Unido, além de liderar as tabelas australianas e canadenses. O terceiro, "What It Feels Like for a Girl", obteve um desempenho moderado comercialmente, embora tenha liderado a tabela da Espanha. Seu vídeo musical causou controvérsia devido às suas cenas de violência e foi censurado em canais como a MTV e o VH1. A faixa de trabalho promocional foi "Impressive Instant", que culminou no periódico genérico Hot Dance Club Songs. Como forma de divulgação, Madonna apresentou-se em premiações como os MTV Europe Music Awards de 2000 e os Grammy Awards de 2001 e embarcou nas turnês Don't Tell Me Promo Tour (2000) e Drowned World Tour (2001), sendo que a primeira foi feita de forma promocional e a segunda divulgou tanto Ray of Light quanto Music.

N.º Título

1. "Music"
2. "Impressive Instant"
3. "Runaway Lover"
4. "I Deserve It"
5. "Amazing"
6. "Nobody's Perfect"
7. "Don't Tell Me"
8. "What It Feels Like for a Girl"
9. "Paradise (Not for Me)"
10. "Gone" 

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Music_(álbum_de_Madonna)



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MADONNA - RAY OF LIGHT ALBUM


Ray of Light é o sétimo álbum de estúdio da artista musical estadunidense Madonna. O seu lançamento ocorreu em 22 de fevereiro de 1998, através das gravadoras Maverick Records e Warner Bros. Records. Com o nascimento de sua primeira filha Lourdes Maria e outros eventos que inspiraram-lhe um período de introspecção, Madonna começou a trabalhar em seu novo disco com produtores musicais como Babyface e Patrick Leonard. Depois de sessões de gravação falhadas, o sócio da Maverick Guy Oseary telefonou para o músico inglês William Orbit, sugerindo-lhe que enviasse algumas canções para a cantora, que aprovou-as. Posteriormente, Madonna começou a desenvolver uma nova direção musical do projeto com Orbit. As sessões de gravação do álbum duraram pouco mais de quatro meses, e enfrentaram problemas com a ausência de banda ao vivo e os arranjos do hardware Pro Tools, que poderiam se quebrar e atrasariam as gravações até serem reparados.

Musicalmente, Ray of Light é inspirado pelos gêneros pop e música eletrônica, e incorpora elementos da música eletrônica em sua composição, sendo um afastamento musical dos trabalhos anteriores de Madonna. Também apresenta influências de outros gêneros e subgêneros, incluindo techno, trip hop, drum and bass, música ambiente, rock, soft rock e música clássica. Em termos vocais, o álbum apresenta Madonna cantando com maior amplitude e um tom mais cheio, consequência de suas aulas vocais para o filme Evita (1996). Temas orientais também estão presentes no projeto, como resultado da conversão da intérprete à Cabala, seu estudo do hinduísmo e do budismo, bem como a sua prática diária da Yoga; faixas como "Sky Fits Heaven" e "Shanti/Ashtangi" são exemplos dessas atividades, com a última sendo uma adaptação de um texto de Yoga Tavarali e cantada inteiramente em sânscrito.

Após o seu lançamento, Ray of Light foi recebido com análises positivas dos críticos musicais, que prezaram os vocais e a nova direção musical da cantora, definindo-o como o seu trabalho "mais aventuroso". Os resenhadores também notaram a sua natureza contida e madura. O trabalho recebeu uma série de prêmios ao redor do mundo, incluindo quatro Grammy Awards em 1999, incluindo o de Best Pop Vocal Album. Comercialmente, o álbum obteve um desempenho exitoso, atingindo a primeira colocação em cerca de 17 países, como Alemanha, Austrália, Canadá, Nova Zelândia e Reino Unido. Nos Estados Unidos, debutou na segunda colocação da Billboard 200, convertendo-se no quinto disco de Madonna a atingir a segunda posição na tabela, e recebeu uma certificação de platina quádrupla pela Recording Industry Association of America (RIAA), denotando vendas de quatro milhões de unidades no país. Em âmbito global, comercializou cerca de 20 milhões de cópias, sendo um dos álbuns mais vendidos mundialmente.

De Ray of Light surgiram cinco singles oficiais, dos quais "Frozen" e a faixa-título se tornaram sucessos internacionais, com o vídeo musical da última recebendo o prêmio de Video of the Year nos MTV Video Music Awards de 1998. Um promocional, "Sky Fits Heaven", foi lançado nos Estados Unidos. Em divulgação ao produto, Madonna apresentou-se em diversos programas televisivos e premiações e fez a turnê Drowned World Tour no ano de 2001, que promoveu o álbum e seu sucessor Music (2000). Críticos e acadêmicos notaram a influência do trabalho na música popular, especialmente em como ele introduziu a música eletrônica na cultura pop mainstream. Os profissionais também notaram a maneira em que Madonna era capaz de reinventar-se e permanecer moderna e contemporânea em meio ao cenário musical dominado pelo teen pop no período em que o trabalho foi lançado. Considerado pela própria cantora como o seu melhor disco, o material também foi incluído em diversas listas, incluindo a dos 500 melhores álbuns de todos os tempos feita pela Rolling Stone.

N.º Título

1. "Drowned World/Substitute For Love"
2. "Swim"
3. "Ray of Light"
4. "Candy Perfume Girl"
5. "Skin"
6. "Nothing Really Matters"
7. "Sky Fits Heaven"
8. "Shanti/Ashtangi"
9. "Frozen"
10. "The Power of Good-Bye"
11. "To Have and Not to Hold"
12. "Little Star"
13. "Mer Girl" 

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ray_of_Light

MADONNA - BEDTIME STORIES ALBUM


Bedtime Stories é o sexto álbum de estúdio da cantora e compositora americana Madonna, lançado em 25 de outubro de 1994 pela Maverick Records. Madonna colaborou com Dallas Austin, Babyface, Dave "Jam" Hall e Nellee Hooper, decidindo mudar-se para uma direção mais R&B. Madonna tentou suavizar sua imagem depois de lançar várias obras de sexo explícito no começo da década.
O álbum foi inspirado por R&B contemporâneo e new jack swing, o desenvolvimento de um modo geral, mais mainstream. Como seu antecessor Erotica (1992), Bedtime Stories explora temas líricos de amor, tristeza e romance, mas com uma abordagem menos sexual. Os críticos musicais descreveram o álbum como "autobiográfico". A canção "Human Nature" aborda a controvérsia em torno de Erotica. Bedtime Stories recebeu críticas geralmente favoráveis de críticos de música, que elogiaram as letras das canções do álbum e produção.
O álbum estreou no número três na Billboard 200, e foi certificado com disco de platina triplo pela Recording Industry Association of America (RIAA). Ele atingiu seu pico entre os cinco primeiros, na maioria dos territórios, no topo das paradas na Austrália. Quatro singles foram lançados do álbum. O primeiro single, Secret, deu a Madonna o trigésimo quarto single no top 10 no Reino Unido, enquanto Take a Bow passou sete semanas no número um da Billboard Hot 100 (a duração mais longa de qualquer single de Madonna na primeira posição). Outros singles lançados foram Bedtime Story e Human Nature.

N.º Título

1. "Survival"
2. "Secret"
3. "I'd Rather Be Your Lover"
4. "Don't Stop"
5. "Inside Of Me"
6. "Human Nature"
7. "Forbidden Love" 
8. "Love Tried To Welcome Me"
9. "Sanctuary"
10. "Bedtime Story"
11. "Take a Bow" 

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Bedtime_Stories_(álbum_de_Madonna)

MADONNA - EROTICA ALBUM


Erotica é o quinto álbum de estúdio da cantora americana Madonna, lançado em 20 de outubro de 1992. Naquele ano, o mundo passava por transformações e o maior crédito do álbum é justamente em falar sobre liberdade sexual numa época Pós-AIDS, onde a barreira do preconceito e a desinformação eram grandes. Com este disco, Madonna garantiu ainda mais admiração por parte dos homossexuais, falando sobre a dificuldade em se aceitar por ser diferente e apontando novamente em direção ao preconceito e também à hipocrisia.

Apesar de ser conhecido como o trabalho em que Madonna mais explorou o tema sexual, o álbum não se restringe somente ao sexo. Ele contém letras que também focalizam em temas como desencontros, brigas, aceitação, mentiras, amor, homofobia e racismo. Apesar de toda a controvérsia gerada em torno do álbum, ele foi bastante elogiado pela crítica especializada na época, sobretudo com o passar dos anos.

Porém, o lançamento juntamente com o livro SEX - que se tornou a maior controvérsia da carreira de Madonna, fez com que álbum tivesse seu brilho e mérito ofuscados pelo conteúdo sexual, já que na época ainda era considerado um enorme tabu quando debatido, principalmente por mulheres. Polêmicas à parte, o álbum vendeu cerca de 7 milhões de cópias em todo o mundo, número considerado fraco para a época. No Brasil, o disco vendeu 110 mil cópias até Outubro de 1993, segundo a Revista Veja, garantindo um disco de ouro e a primeira vinda de Madonna ao país, em 1993, com sua turnê mundial Girlie Show.

N.º Título

1. "Erotica"
2. "Fever"
3. "Bye Bye Baby"
4. "Deeper and Deeper"
5. "Where Life Begins"
6. "Bad Girl"
7. "Waiting"
8. "Thief Of Hearts"
9. "Words"
10. "Rain"
11. "Why's It So Hard?"
12. "In This Life"
13. "Did You Do It?"
14. "Secret Garden"

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Erotica

MADONNA - TRUE BLUE ALBUM


True Blue é o terceiro álbum de estúdio da artista musical estadunidense Madonna, lançado em 30 de junho de 1986 através da gravadora Sire Records em parceria com a Warner Bros. Records. A cantora trabalhou com Stephen Bray e Patrick Leonard no disco, enquanto co-escreveu e co-produziu todas as canções do disco. Considerado o álbum mais feminino de Madonna, True Blue lida com as visões de Madonna sobre amor, trabalho, sonhos e decepções, e foi inspirado por seu ex-marido Sean Penn, a quem Madonna dedicou o álbum. Musicalmente, as canções do álbum tomaram um rumo diferente de suas gravações anteriores. O álbum deriva principalmente da música clássica, a fim de envolver um público mais adulto, que tinha sido cético em relação ao estilo musical de Madonna.

O álbum conta com a instrumentação de violões, bateria, sintetizadores e instrumentos musicais cubanos. Os temas das canções variam entre o amor, a liberdade, e, no caso de "Papa Don't Preach", questões sociais como a gravidez na adolescência e o aborto. Depois de seu lançamento, True Blue recebeu críticas positivas da crítica musical, que elogiou o álbum, chamando-o de "grande dance-pop", e descreveu o disco como o arquétipo do final dos anos 80 e início dos álbuns pop dos anos 90. A crítica também elogiou o fato de que a voz de Madonna parecia mais forte, em comparação com seus trabalhos anteriores, enquanto elogiou as habilidades de Madonna como cantora, compositora e artista.

True Blue foi um sucesso mundial instantâneo, atingindo o número um em tabelas musicais de vinte e oito países ao redor do mundo, incluindo Austrália, Canadá, França, Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos, um feito sem precedentes na época. O disco permaneceu no topo da tabela musical European Top 100 Albums durante um total de trinta e quatro semanas, sendo o disco que permaneceu mais tempo no pico da tabela. Foi o álbum mais vendido no mundo em 1986, bem como o álbum feminino mais vendido da década de 1980 e um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos, com mais de 30 milhões de cópias vendidas ao redor do mundo. Todos os cinco singles lançados do álbum alcançaram o top cinco na principal tabela musical dos Estados Unidos, a Billboard Hot 100, dos quais "Live to Tell", "Papa Don't Preach" e "Open Your Heart" atingiram o pico da tabela.

O álbum foi promovido pela segunda turnê de Madonna, sendo sua primeira a nível mundial, a Who's That Girl Tour, que visitou cidades da América do Norte, Europa e Ásia no ano de 1987. Os singles do álbum e seus acompanhantes vídeos musicais têm suscitado debates entre escritores, críticos e grupos sociais, mais especificamente "Papa Don't Preach", sobre seu tema da gravidez na adolescência em suas letras e "Open Your Heart", por retratar uma criança entrando em uma boate de strip em seu acompanhante vídeo musical. True Blue é creditado como sendo o álbum que estabeleceu a posição de Madonna como a maior artista feminina da década de 1980, rivalizando com os músicos masculinos Michael Jackson e Prince.O álbum também deu a Madonna sua primeira aparição no livro dos recordes Guinness World Records.

N.º Título

1. "Papa Don't Preach"
2. "Open Your Heart"
3. "White Heat" 
4. "Live to Tell"
5. "Where's the Party"
6. "True Blue"
7. "La Isla Bonita"
8. "Jimmy Jimmy"
9. "Love Makes the World Go Round"

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/True_Blue_(%C3%A1lbum)

MADONNA - LIKE A VIRGIN ALBUM


Like a Virgin é o segundo álbum de estúdio da artista musical norte-americana Madonna, lançado em 12 de novembro de 1984 através da editora discográfica Sire Records em parceria com a Warner Bros. Records. Foi relançado em agosto de 1985 em diversos territórios fora da América do Norte com a inclusão de "Into the Groove", creditada como faixa bônus. O álbum foi produzido por Nile Rodgers e gravado nos Power Station Studios, em Nova York, com as faixas sendo produzidas em um ritmo rápido. Rodgers contou com a ajuda de seus ex-companheiros da banda Chic, que eram Bernard Edwards, que era o baixista, e Tony Thompson, que tocava bateria. Edwards e Thompson apareceram em várias faixas do álbum. Rodgers decidiu ser o guitarrista, quando Edwards pediu-lhe para desempenhar o papel, em troca de sua ajuda. Jason Corsaro, o engenheiro de áudio do disco, convenceu Rodgers usar a gravação digital, uma nova técnica da época. A capa do disco e as imagens de seu acompanhante encarte foram fotografadas por Steven Meisel. Madonna queria que o título do álbum e a imagem da capa fizessem uma ligação provocante entre seu próprio nome religioso Madonna, bem como o título católico romano para a mãe de Jesus, Maria, e o conceito cristão do nascimento virgem.

Like a Virgin não é derivado do estilo musical do primeiro álbum de Madonna, porém a cantora sentiu que o material era mais forte. Madonna quis que o material do álbum fosse feito ativamente, porém isso foi feito com menos da metade do registro, pois na maior parte do material original do disco, Madonna colaborou com seu ex-namorado, Stephen Bray. Musicalmente, o álbum deriva principalmente dos estilos musicais dance-pop e new wave, com temas que abordam relacionamentos, como "Like a Virgin", e coisas materiais, bem como propriamente dito, "Material Girl". Após seu lançamento, Like a Virgin recebeu críticas mistas dos especialistas, mas foi um grande sucesso comercial. O álbum se tornou o primeiro de Madonna a atingir o pódio da principal parada de álbuns dos Estados Unidos, a Billboard 200, e também alcançou o topo das paradas musicais na Alemanha, Itália, Países Baixos, Nova Zelândia, Espanha e Reino Unido. A Recording Industry Association of America (RIAA) certificou Like a Virgin como Disco de diamante por ter superado a incrível marca de dez milhões de cópias vendidas nos Estados Unidos. Mundialmente, o álbum já vendeu mais de 24 milhões de cópias, sendo o primeiro álbum de Madonna a entrar para a lista dos álbuns mais vendidos do mundo.

De Like a Virgin surgiram cinco singles. A faixa homônima, juntamente com "Material Girl", atingiram sucesso mundial, sendo que a primeira citada foi a primeira de doze canções de Madonna a atingir o pico da principal parada musical dos Estados Unidos, a Billboard Hot 100. Outras canções do álbum, como "Angel" e "Dress You Up", foram lançadas como o terceiro e quarto singles do disco, respectivamente, nos meses seguintes a "Material Girl", e foram bem sucedidas em paradas musicais dos Estados Unidos e no Reino Unido, atingindo o top cinco em ambas. "Into the Groove" foi lançada como o quarto single do disco em alguns territórios, exceto nos Estados Unidos, onde foi incluído como o lado b de "Angel". A canção também foi incluída no relançamento de 1985 do álbum. "Love Don't Live Here Anymore" e "Over and Over" foram lançadas como singles promocionais no Japão e na Itália, respectivamente. Para promover o álbum, Madonna embarcou em sua primeira turnê, a The Virgin Tour, que também promoveu seu primeiro e homônimo álbum, e teve shows em apenas em cidades da América do Norte, bem como nos Estados Unidos e no Canadá.

Like a Virgin teve significado como um artefato cultural dos anos 80. Madonna provou que ela não era uma "mulher de apenas um hit" e foi capaz de ficar permanente no mundo da música. Suas músicas receberam várias críticas tanto por conservadores e paródias por parte da população mais jovem do sexo feminino, especialmente "Material Girl" e "Like a Virgin". De acordo com o escritor J. Randy Taraborrelli, "todo artista importante tem pelo menos um álbum em sua carreira, cuja crítica e sucesso comercial se tornam momentos mágicos do artista, pois Madonna e Like a Virgin foram apenas momentos de definição".

N.º Título

1. "Material Girl"
2. "Angel"
3. "Like a Virgin"
4. "Over and Over"
5. "Love Don't Live Here Anymore"
6. "Dress You Up"
7. "Shoo-Bee-Doo"
8. "Pretender"
9. "Stay"

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Like_a_Virgin

MADONNA - MADONNA ALBUM



Madonna é o álbum de estreia homônimo da artista musical estadunidense Madonna. Foi lançado em 27 de julho de 1983 pela editora discográfica Sire Records em parceira com a Warner Bros. O álbum foi relançado em 1985 na Europa com uma nova capa, design, fotografia e foi renomeado de Madonna: The First Album. Uma edição remasterizada do álbum foi lançada em 2001 pela Warner Bros. Records, na qual incluía remixes como faixas bônus.

Em 1982, ao estabelecer-se como cantora no centro de Nova York, Madonna conheceu Seymour Stein, presidente da Sire Records, que assinou um contrato com a cantora após ouvir seu single "Everybody". O sucesso do single fez a Sire a assinar seu contrato para um álbum. Para o álbum, Madonna escolheu trabalhar com Reggie Lucas, um produtor da Warner Bros. No entanto, ela não estava feliz com as faixas concluídas e em desacordo com as técnicas de produção de Lucas, por isso decidiu procurar ajuda adicional com a produção. Madonna convidou seu então namorado John "Jellybean" Benitez para ajudá-la a terminar o álbum. Benitez remixou muitas das faixas e produziu "Holiday".

A sonoridade do álbum é divergente, e é em forma de disco sintético optimista, utilizando nova tecnologia uptempo, como a utilização da máquina de tambor Linn, baixo Moog e o sintetizador Oberheim OB-X. As canções do álbum são cantadas por Madonna em um vocal timbre feminino brilhante, e liricamente fala sobre amor e relacionamentos. Os críticos de música pop contemporânea deram críticas geralmente positivas ao álbum, mas Madonna recebeu críticas negativas por alguns críticos quando foi lançado em 1983. Em 2008, a revista Entertainment Weekly classificou o álbum na posição de número cinco dos "100 Melhores Álbuns dos últimos 25 Anos". O álbum foi um sucesso nas paradas, alcançando o número oito na Billboard 200, e o top dez das paradas na Austrália, França, Holanda, Nova Zelândia, Suécia e Reino Unido. O álbum foi certificado com um Disco de Platina Quíntuplo pela Recording Industry Association of America (RIAA), pelas vendas superiores a cinco milhões de cópias nos Estados Unidos. Mundialmente, o álbum já possui vendas de mais de 10 milhões de cópias.

Cinco singles foram lançados do álbum, com "Holiday" tornando-se a primeira canção de Madonna a entrar na tabela Billboard Hot 100, e "Lucky Star" se tornando primeiro hit top cinco. O álbum foi promovido pela turnê The Virgin Tour, realizada em 1985, que promoveu simultaneamente o segundo álbum de Madonna, Like a Virgin. Madonna comentou várias vezes que desejava que o álbum tivesse mais variedade, e que queria mais controle de criação. No entanto, os críticos têm creditado o álbum como a popularização da música de dança como gênero mainstream. Ele estabeleceu o padrão para o dance-pop e apontou a direção musical para uma série de artistas do sexo feminino. O álbum também é conhecido por anunciar a chegada de Madonna no cenário musical e lançar sua carreira como uma diva da música disco.

N.º Título
1. "Lucky Star"
2. "Borderline"
3. "Burning Up"
4. "I Know It"
5. "Holiday"
6. "Think of Me"
7. "Physical Attraction"
8. "Everybody" 

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Madonna_(%C3%A1lbum)


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