Foi assim!
Como um resto de sol no mar
Como a brisa da preamar
Nós chegamos ao fim...
Foi assim!
Quando a flôr ao luar se deu
Quando o mundo era quase meu
Tu te foste de mim...
Volta meu bem
Murmurei!
Volta meu bem
Repeti!
Não há canção
Nos teus olhos
Nem há manhã
Nesse adeus...
Foi assim!
Como um resto de sol no mar
Como a brisa da preamar
Nós chegamos ao fim...
Foi assim!
Quando a flôr ao luar se deu
Quando o mundo era quase meu
Tu te foste de mim...
Volta meu bem
Murmurei!
Volta meu bem
Repeti!
Não há canção
Nos teus olhos
Nem há manhã
Nesse adeus...
Horas, dias, meses
Se passando
E nesse passar
Uma ilusão guardei
Ver-te novamente
Na varanda
A voz sumida
Em quase em pranto
A me dizer, meu bem
Voltei!...
Hoje esta ilusão se fez em nada
E a te beijar outra mulher eu vi
Vi no seu olhar envenenado
O mesmo olhar do meu passado
E soube então que te perdi...
A Austrália é um país continental cercado pelos oceanos Índico e Pacífico. Suas principais cidades, Sydney, Brisbane, Melbourne, Perth e Adelaide, são costeiras. Sua capital, Canberra, não é litorânea. O país é conhecido pela Sydney Opera House, pela Grande Barreira de Coral, pelo vasto deserto interior chamado Outback e por espécies animais únicas, como cangurus e ornitorrincos.
Eles se adoravam, tinham bons
empregos, viviam juntos em um belo apartamento... enfim, eram muito felizes.
Certo dia, Breno estava de
folga e ficou em casa, enquanto Bruno foi trabalhar.
Breno, então, resolver fazer
uma linda surpresa para o seu amado.
Enquanto Bruno estava no
trabalho, Breno foi a uma clínica de tatuagens e mandou tatuar duas letras bês
(BB) enormes, uma em cada nádega. No lado esquerdo, a letra inicial de Breno;
no lado direito, a letra inicial de Bruno.
Breno achou que isso seria uma
prova inequívoca de seu amor por Bruno, pois as iniciais do casal ficariam para
sempre gravadas em sua bunda.
Feliz, com as duas letras 'B'
tatuadas na bunda, uma em cada lado, Breno voltou pra casa no final da tarde,
com a intenção de fazer a surpresa para Bruno. Breno então foi para o quarto
tirou a roupa, e, na hora em que ouviu o barulho de Bruno entrando em casa,
ficou de quatro em cima da cama com a bunda tatuada voltada para a porta do
quarto, numa posição quase que ginecológica.
Bruno então entrou no quarto,
viu aquela bunda tatuada virada pra ele e parou, estupefato, mal acreditando no
que via.
Breno, sorrindo, perguntou?
- E aí, amor, gostou?
E Bruno, sem conseguir conter
uma lágrima que descia pelo seu rosto, limitou-se a perguntar:
Dalida - Darla dirladada (italiano) (Pandelis Guinis/Boris Bergman/Pallavicini) - 1970 Dirladada, dirladada, darladirladada Ho seminato il grano al vento, darladirladada Ho meso il cuore in un convento, darladirladada Dirladada, dirladada, darladirladada Ho riso e qualche volta pianto, darladirladada Non so se il mondo vale tanto, darladirladada Io son felice quando canto, darladirladada O dirlada una montagna, darladirladada Mi siedo sopra e cio che vedo, darladirladada Dico ch'è mio, e poi ci credo, darladirladada E dirladad dirladada, darladirladada Ci vuole poco così in fondo, darladirladada Per diventare il re del mondo, darladirladada Io danzero, dirladada, darladirladada
Dirladada, il mondo balla, darladirladada La pazza danza della vita, darladirladada Solleva il mondo con due ditta, darladirladada E cento mille buoni in festa, darladirladada Cantasse il mondo piu di adesso darladirladada La stessa vuota triste vita, darladirladada Che fa dirladirladada, darladirladada
E dirlada era un ragazzo, darladirladada Diceva cose mai sentite, darladirladada Mi dava cose mai avute, darladirladada E solo lacrime ha lasciato, darladirladada Il mio uomo le ha capite, darladirladada E mi ha curato le ferite, darladirladada Dirladada, dirladada, darladirladada E dirladada, il mondo balla, darladirladada La pazza danza della vita, darladirladada Solleva il mondo con due ditta, darladirladada Dirladada, dirladada, darladirladada Una canzone da cantare, darladirladada A volte fa dimenticare, darladirladada O dirladada, il mondo canta, darladirladada Dirladada, la gente balla, darladirladada La vita è un darladirladada, darladirladada E nella vita non si sa, darladirladada Va preso in fondo come va E la morale è questa qua, darladirladada Dirladada dirladada, darladirladada Dirladada, dirladiladada, darladirladada
Um cardiologista muito conhecido morreu. Seu funeral foi
muito pomposo, e muitos dos seus colegas médicos compareceram. Durante o
velório um enorme "coração", rodeado de coroas de flores, permaneceu
atrás do caixão...
Após as últimas palavras do padre, o "coração" se
abriu e o caixão entrou automaticamente no enorme "coração",
emocionando a todos os presentes. O coração então se fechou, levando no seu
interior para sempre o famoso médico...
Nisso, um dos presentes explodiu numa irresistivel
gargalhada, causando surpresa e indignação. Questionado da razão daquele riso
tão fora de hora, ele explicou:
- Desculpem-me...
- Por favor, desculpem-me...
- É que eu estava pensando como seria meu próprio
funeral...