domingo, 14 de junho de 2009

DALIDA - JE SUIS MALADE








Album: Il Venait D'Avoir 18 Ans
Year: 1973
Title: Je Suis Malade

DALIDA - JE SUIS MALADE


JE SUIS MALADE
Estou Doente


JE NE RÊVE PLUS JE NE FUME PLUS
Eu já não sonho, eu já não fumo.
JE N'AI MÊME PLUS D'HISTOIRE
Eu não tenho nem mais histórias.
JE SUIS SALE SANS TOI JE SUIS LAID SANS TOI
Sou suja sem você, sou feia sem você.
JE SUIS COMME UN ORPHELIN DANS UN DORTOIR
Como uma órfã sem um orfanato.


JE N'AI PLUS ENVIE DE VIVRE MA VIE
Não quero mais viver minha vida.
MA VIE CESSE QUAND TU PARS
Minha vida parou quando você se foi.
JE N'AI PLUS DE VIE ET MÊME MON LIT
Eu não tenho mais vida e a minha cama.
SE TRANSFORME EN QUAI DE GARE
Ela se transformou num cais.
QUAND TU T'EN VAS
Quando você se foi.


JE SUIS MALADE, COMPLÈTEMENT MALADE
Eu fico doente, completamente doente.
COMME QUAND MA MÈRE SORTAIT LE SOIR
Como quando minha mãe me deixou ao anoitecer.
ET QU'ELLE ME LAISSAIT SEUL AVEC MON DÉSESPOIR
E me deixou sozinha com o meu desespero.


JE SUIS MALADE PARFAITEMENT MALADE
Estou doente, perfeitamente doente.
T'ARRIVES ON NE SAIT JAMAIS QUAND
Você chega, mas eu nunca sei quando.
TU REPARS ON NE SAIT JAMAIS OÙ
Você vai embora de novo, mas nunca se sabe para onde.
ET ÇA VA FAIRE BIENTÔT DEUX ANS
Vai fazer quase dois anos.
QUE TU T'EN FOUS
E você não se importa.


COMME À UN ROCHER COMME À UN PÉCHÉ
Como uma rocha, como um pecado.
JE SUIS ACCROCHÉ À TOI
Estou acorrentada a você.
JE SUIS FATIGUÉ JE SUIS ÉPUISÉ
Estou cansada, exausta.
DE FAIRE SEMBLANT D'ÊTRE HEUREUX QUAND ILS SONT LÀ
De aparentar empolgação quando eles estão presentes.


JE BOIS TOUTES LES NUITS, MAIS TOUS LES WHISKIES
Bebo todas as noites, mas todos os uísques.
POUR MOI ONT LE MÊME GOÛT
Pra mim tem o mesmo gosto.
ET TOUS LES BATEAUX PORTENT TON DRAPEAU
E todos os barcos levam a sua bandeira.
JE NE SAIS PLUS OÙ ALLER TU ES PARTOUT
Não sei mais para onde ir, você está em toda parte.


JE SUIS MALADE COMPLÈTEMENT MALADE
Estou doente, completamente doente.
JE VERSE MON SANG DANS TON CORPS
Eu derramo meu sangue dentro do seu corpo.
ET JE SUIS COMME UN OISEAU MORT QUAND TOI TU DORS
E sou como um pássaro morto quando você dorme.


JE SUIS MALADE PARFAITEMENT MALADE
Estou doente, perfeitamente doente.
TU M'AS PRIVÉ DE TOUS MES CHANTS
Você me privou de todas as minhas músicas.
TU M'AS VIDÉ DE TOUS MES MOTS
Você esvaziou as minhas palavras.
POURTANT MOI J'AVAIS DU TALENT AVANT TA PEAU
Portanto eu tenho o talento da sua pele.


CET AMOUR ME TUE, SI ÇA CONTINUE
Este amor me mata, se isso continuar
JE CRÈVERAI SEUL AVEC MOI
Morrerei sozinha sem você
PRÈS DE MA RADIO COMME UN GOSSE IDIOT
Perto do meu rádio, como uma criança boba.
ÉCOUTANT MA PROPRE VOIX QUI CHANTERA:
Escutando nada mais que minha voz clara que vai cantar:


JE SUIS MALADE COMPLÈTEMENT MALADE
Estou doente, completamente doente.
COMME QUAND MA MÈRE SORTAIT LE SOIR
Como quando a minha mãe me deixou ao anoitecer.
ET QU'ELLE ME LAISSAIT SEUL AVEC MON DÉSESPOIR
E me deixou sozinha com meu desespero.


JE SUIS MALADE C'EST ÇA JE SUIS MALADE
Estou doente, é isso, estou doente.
TU M'AS PRIVÉ DE TOUS MES CHANTS
Você me privou de todas as minhas músicas.
TU M'AS VIDÉ DE TOUS MES MOTS
Você esvaziou as minhas palavras.
ET J'AI LE CŒUR COMPLÈTEMENT MALADE
Tenho o coração completamente doente.
CERNÉ DE BARRICADES T'ENTENDS JE SUIS MALADE
Cercado por uma fortaleza, você me ouve, estou doente.



hashtags:

#=FRANÇAIS♥,
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#♪♥♫,
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#♪♫Dalida♥,
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#♫♥JeNeRêvePlusJeNeFumePlusJeN'AiMêmePlusD'Histoire!,
#1973,
#1973:Dalida/IlVenaitD'Avoir18Ans,
malade,
mp4,

quarta-feira, 13 de maio de 2009

ENGENHEIROS DO HAWAII - TODA FORMA DE PODER






Toda Forma de Poder
Engenheiros do Hawaii



Eu presto atenção no que eles dizem
Mas eles não dizem nada (Yeah, yeah)
Fidel e Pinochet tiram sarro de você que não faz nada
(Yeah, yeah)
E eu começo a achar normal que algum boçal
Atire bombas na embaixada
(Yeah yeah, uoh, uoh)

Se tudo passa, talvez você passe por aqui
E me faça esquecer tudo que eu vi
Se tudo passa, talvez você passe por aqui
E me faça esquecer

Toda forma de poder é uma forma de morrer por nada
Toda forma de conduta se transforma numa luta armada
A história se repete
Mas a força deixa a história mal contada

Se tudo passa, talvez você passe por aqui
E me faça esquecer tudo que eu vi
Se tudo passa, talvez você passe por aqui
E me faça esquecer

E o fascismo é fascinante
Deixa a gente ignorante e fascinada
É tão fácil ir adiante e se esquecer
Que a coisa toda tá errada
Eu presto atenção no que eles dizem
Mas eles não dizem nada

Se tudo passa, talvez você passe por aqui
E me faça esquecer tudo que eu vi
Se tudo passa, talvez você passe por aqui
E me faça esquecer

Se tudo passa, talvez você passe por aqui
E me faça esquecer tudo que eu vi
Se tudo passa, talvez você passe por aqui
E me faça esquecer

(Yeah yeah uoh)



segunda-feira, 20 de abril de 2009

📻# MAYSA - BONITA



📻# MAYSA - BONITA
MAYSA - BONITA


What can I say to you, Bonita?
What magic words would capture you?
Like a soft evasive mist you are Bonita
You fly away when love is new

What do you ask of me, Bonita?
What part do you want me to play?
Shall I be the clown for you, Bonita?
I will be anything you say

Bonita
Don't run away, Bonita
Bonita
Don't be afraid to fall in love with me

I love you
I tell you I love you
Bonita

If you love me
Life will be beautiful
Bonita...

 
 
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segunda-feira, 16 de março de 2009

PAULINE CROZE - QUAND JE SUIS IVRE



QUAND JE SUIS IVRE (PAULINE CROZE)

Texte, Musique: Pauline Croze
Edition: Auteur Maximum
16/03/2007


Quand je suis ivre, ivre de tristesse,

Quand je suis ivre, ivre de détresse,
Je voudrais tant dégriser et retrouver les couleurs,
Qui se sont effacées, ne sont plus que des ombres.

Quand je suis ivre, ivre de d’insouciance,

Quand je suis ivre, ivre d’espérance,
J’en reprends une gorgée, me pardonne mes déboires,
Jusqu’à les oublier, les chasser de ma mémoire.

Quand je suis ivre, ivre de douceur,

Quand je suis ivre, ivre de tendresse,
J’en savoure le goût intense, qui envahit mon palais,
J’aimerais qu’à tout jamais, il y tienne résidence.

Quand je suis ivre, ivre de plaisir,

Quand je suis ivre, ivre de bonheur,
Je ne veux pas dessoûler, je garde en secret la source,
Qui m’a tant exaltée, pour m’y désaltérer,

Encore, encore...


quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

LISA GERRARD - NOW WE ARE FREE


LISA GERRARD - NOW WE ARE FREE



Anol shalom
Anol sheh lay konnud de ne um (shaddai)
Flavum
Nom de leesh
Ham de nam um das
La um de
Flavne...

We de ze zu bu
We de sooo a ru
Un va-a pesh a lay
Un vi-i bee
Un da la pech ni sa
(Aaahh)
Un di-i lay na day
Un ma la pech a nay
mee di nu ku

[x4]
La la da pa da le na da na
Ve va da pa da le na la dumda

Anol shalom
Anol sheh ley kon-nud de ne um.
Flavum.
Flavum.
M-ai shondol-lee
Flavu... {Live on...}
Lof flesh lay
Nof ne
Nom de lis
Ham de num um dass
La um de
Flavne..
Flay
Shom de nomm
Ma-lun des
Dwondi.
Dwwoondi
Alas sharum du koos
Shaley koot-tum.


quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

PABLO NERUDA - DE NOITE

Noite Estrelada, de Vicent Van Gogh. 24/01/2005

DE NOITE... De noite, amada, amarra teu coração ao meu e que eles no sonho derrotem as trevas como um duplo tambor combatendo no bosque contra o espesso muro das folhas molhadas. Noturna travessia, brasa negra do sonho. Interceptando o fio das uvas terrestres com pontualidade de um trem descabelado que sombra e pedras frias sem cessar arrastasse. Por isso, amor, amarra-me ao movimento puro, à tenacidade que em teu peito bate. Com as asas de um cisne submergido, para que as perguntas estreladas do céu responda nosso sonho com uma só chave, com uma só porta fechada pela sombra. ...Pablo Neruda.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

DALTO - ESPELHOS DAGUA



DALTO - ESPELHOS D'ÁGUA


Os seus olhos são espelhos d'água
Brilhando você pra qualquer um

Por onde esse amor andava
Que não quis você de jeito algum

Que vontade de ter você
Que vontade de perguntar
Se ainda é cedo

Que vontade de merecer
Um cantinho do seu olhar
Mas tenho medo

domingo, 9 de novembro de 2008

MORTEN HARKET - A KIND OF CHRISTMAS CARD


A kind of Christmas Card (Burning Out Again)
Morten Harket


A kind of Christmas Card (Burning Out Again)

All you folks back home
I'll never tell you this
You're not supposed to know
where your daughter is
There are ways of life
you never understood
it's right here
downtown Hollywood
it's afternoon on Sunset Boulevard
i've got a stolen moment trying hard
to write a kind of christmas card

but I am burning out again
tonight there is fever in my veins

mama, dear
all the love you gave
i guess there's really nothing
nothing much to save
this place is as dirty as I feel myself
there are still some riches
at the Roosevelt
that evening prayer
those memories
in my little bedroom, mama, on my knees
that's where I'm at
down in Los Angeles

And I am burning out again
and I must rise above the shame
tonigh there is fever in my veins

just think of the girl I used to be
you were my age once, mama
twenty-three
i can still hear some of the songs you used to play
from that summer of love in '68
seems it's turned into a winter of hate

and I am burning out again



Um modelo de cartão de Natal

Pra todos vocês que estão aí em casa
eu nunca vou contar
Vocês não têm que saber
onde sua filha está
Há caminhos na vida
que vocês nunca entenderam
um deles fica bem aqui
no centro de Hollywood
é uma tarde em Sunset Boulevard
consegui roubar um momentinho com bastante dificuldade
para escrever meio que um cartão de natal

mas eu estou me extinguindo outra vez
esta noite a febre queima em minhas veias

mamãe, querida
de todo o amor que você deu
acho que não sobrou muita coisa
muito o que se guardar
este lugar é tão sujo quanto eu me sinto
ainda há alguns ricos
No Roosevelt
aquela oração noturna
aquelas lembranças
em meu pequeno quarto, mamãe, sobre os meus joelhos
é onde estou
aqui em Los Angeles

e eu estou me extinguindo novamente
e eu devo me erguer sobre minha vergonha
esta noite queima a febre em minhas veias

pense na garota que eu costumava ser
você já teve minha idade, mamãe
vinte e três
ainda consigo ouvir algumas das músicas que você costumava tocar
aquele verão de amor em 1968
parece que se transformou em um inverno de ódio

e eu estou me extinguindo outra vez

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

ADRIANA CALCANHOTTO - MAIS FELIZ


Adriana Calcanhotto -
Mais Feliz


O nosso amor não vai parar de rolar
De fugir e seguir como um rio
Como uma pedra que divide um rio
Me diga coisas bonitas

O nosso amor não vai olhar para trás
Desencantar, nem ser tema de livro
A vida inteira eu quis um verso simples
P'ra transformar o que eu digo

Rimas fáceis, calafrios
Fure o dedo, faz um pacto comigo
Num segundo teu no meu
Por um segundo mais feliz


❤# BOM DIA SABADO - BEM-VINDO AGOSTO

  ❤# BOM DIA SABADO - BEM-VINDO AGOSTO   Bom dia, sábado! Bem-vindo, Agosto! Que bons ventos tragam novas - e maravilhosas -  energ...