domingo, 24 de junho de 2018

👤# SIGMUND FREUD - NOS PODERIAMOS SER MUITO MELHORES SE NAO QUISESSEMOS SER TAO BONS



👤# SIGMUND FREUD - NOS PODERIAMOS SER MUITO MELHORES SE NAO QUISESSEMOS SER TAO BONS
 
 
Sigmund Freud

Nós poderíamos ser muito melhores se não quiséssemos ser tão bons.



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sábado, 16 de junho de 2018

TYFV - CANADA


June 16, 2018



O Canadá é um país norte-americano que se estende desde os EUA, no sul, até o Círculo Polar Ártico, no norte. Entre suas grandes cidades estão a gigantesca Toronto; Vancouver, centro cinematográfico da costa oeste; Montreal e Québec City, que falam francês; e a capital, Ottawa. As vastas regiões de natureza selvagem do Canadá compreendem o Parque Nacional de Banff, repleto de lagos nas Montanhas Rochosas. Abriga também as Cataratas do Niágara, um famoso conjunto de enormes cachoeiras.



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terça-feira, 12 de junho de 2018

👤# CLARICE LISPECTOR - FELICIDADE CLANDESTINA - EU NAO SOU BAIXINHA - EU SOU COMPACTA

👤# CLARICE LISPECTOR - FELICIDADE CLANDESTINA - EU NAO SOU BAIXINHA - EU SOU COMPACTA
 
 
Clarice Lispector - Felicidade Clandestina
 
 
Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como "data natalícia" e "saudade". 
 
Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.
Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As Reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato. 
 
Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria. 
 
Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança da alegria: eu não vivia, eu nadava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam. 
 
No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife.
 
Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez. Mas não ficou simplesmente nisso.
 
O plano secreto da filha do dono de livraria era tranqüilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do "dia seguinte" com ela ia se repetir com meu coração batendo. 
E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra. 
 
Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. As vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se cavando sob os meus olhos espantados. 
 
Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!
 
E o pior para essa mulher não era a descoberta do que acontecia. Devia ser a descoberta horrorizada da filha que tinha. Ela nos espiava em silêncio: a potência de perversidade de sua filha desconhecida e a menina loura em pé à porta, exausta, ao vento das ruas de Recife. Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: "E você fica com o livro por quanto tempo quiser."
 
Entendem? Valia mais do que me dar o livro: "pelo tempo que eu quisesse" é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer. 
 
Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo. 
 
Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. Horas depois abri-o, li algumas linhas maravilhosas, fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda mais indo comer pão com manteiga, fingi que não sabia onde guardara o livro, achava-o, abria-o por alguns instantes. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade.
A felicidade sempre iria ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar...
 
Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada. Às vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo. Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante.
 
 
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JOSE RIBEIRO - NA PORTA DA COZINHA




José Ribeiro - Na Porta Da Cozinha

Entrei pela porta da sala
Ela chegou pela cozinha
Perguntei onde ela estava
Respondeu na casa da vizinha

Ela marcava a hora que eu chegava
Infelizmente o relógio atrasou
Cheguei cedo quase que eu encontro meu bem
Nos braços de outro alguém

Não quero saber
Não quero saber
Não quero saber
Se você tá sofrendo porque me perdeu

Não quero saber
Não quero saber
Não quero saber
Se você com outro alguém

quarta-feira, 6 de junho de 2018

📖# BS - EFESIOS 02-08 - PORQUE PELA GRACA DE SOIS SALVOS - POR MEIO DA FE E ISTO NAO VEM DE VOS - E DOM DE DEUS



 
📖# BS - EFESIOS 02-08 - PORQUE PELA GRACA DE SOIS SALVOS - POR MEIO DA FE E ISTO NAO VEM DE VOS - E DOM DE DEUS
 
 
Efésios 2:8

"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus."



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Efésios,
 
 
 
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quinta-feira, 31 de maio de 2018

📖# BS - JOAO 06-51 - O PAO QUE EU DAREI EH MINHA CARNE PARA A VIDA DO MUNDO - 31 DE MAIO - CORPUS CHRISTI


📖# BS - JOAO 06-51 - O PAO QUE EU DAREI EH MINHA CARNE PARA A VIDA DO MUNDO
31 DE MAIO - CORPUS CHRISTI
 
 
 
"O pão que eu darei, é minha carne para a vida do mundo." 
Jo 06, 51
 
 
 
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✌#05MAI31/DiaDeCorpusChristi, 2018
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quarta-feira, 30 de maio de 2018

PAULINE CROZE - JE FERAI SANS




JE FERAI SANS (PAULINE CROZE)





L’envie que je ressens si fort de te serrer dans mes bras, je ferai sans

L’espoir de sentir près de moi ta présence et ta chaleur, je ferai sans
Je fais taire au fond de moi les mots d’amour comme on étouffe une rumeur
J’oublie l’avenir à contre-coeur, le présent je ne fais que l’oublier



Je ferai sans, je ferai semblant

Je ferai sans, je ferai semblant



Le courage que tu me révèles quand les forces m’abandonnent je ferai sans

Tes appels et ta voix que j’entends, que j’attends constamment, je ferai sans
Même si je m’applique à ne pas ignorer tes raisons tes arguments,
Ton souvenir a la force d’ un coup de poing que je prends en plein dedans.



Je ferai sans, je ferai semblant

Je ferai sans, je ferai semblant



Un seul être vous manque et tout est dépeuplé

Un seul être vous manque et tout est dispersé
Je cherche alors la nuit pour m’échapper du jour
Qui a mis en lumière ton regard qui me suit
Qui me suit, qui me suit



Je remonte à contre-courant la force du torrent qui m’attire à toi

Je m’agrippe à tout ce que je peux à défaut de m’agripper à tes doigts
Je m’agrippe à tout ce que je peux, je m’agrippe à tout ce que je peux
Je m’agrippe à tout ce que je peux…



Je ferai sans, je ferai semblant

Je ferai sans, je ferai semblant




Texte, Musique: Pauline Croze

Edition: Auteur Maximum




domingo, 27 de maio de 2018

ADELE - RIVER LEA


ADELE - RIVER LEA


RIVER LEA
Rio Lea


EVERYBODY TELLS ME IT'S ABOUT TIME THAT I MOVED ON
Todo mundo me diz que é sobre o tempo, que eu segui em frente
AND I NEED TO LEARN TO LIGHTEN UP AND HOW TO BE YOUNG
E eu preciso aprender a me iluminar e como ser jovem
BUT MY HEART IS A VALLEY, IT'S SO SHALLOW AND MAN MADE
Mas meu coração é um vale, tão superficial e feito por homens
I'M SCARED TO DEATH IF I LET YOU IN THAT YOU'LL SEE I'M JUST A FAKE
Eu estou morrendo de medo de deixar você entrar, pois você verá que eu sou só uma mentira
SOMETIMES I FEEL LONELY IN THE ARMS OF YOUR TOUCH
Às vezes me sinto sozinha nos braços de seu toque
BUT I KNOW THAT'S JUST ME CAUSE NOTHING EVER IS ENOUGH
Mas eu sei que isso sou eu, porque nada nunca é suficiente

WHEN I WAS A CHILD I GREW UP BY THE RIVER LEA
Quando eu era criança, eu cresci no Rio Lea
THERE WAS SOMETHING IN THE WATER, NOW THAT SOMETHING'S IN ME
Havia algo na água, agora há algo em mim
OH, I CAN'T GO BACK, BUT THE REEVES ARE GROWING OUT OF MY FINGERTIPS
Oh, eu não posso voltar, mas os recifes estão crescendo para fora dos meus dedos
I CAN'T GO BACK TO THE RIVER
Eu não posso voltar para o rio

BUT IT'S IN MY ROOTS, IT'S IN MY VEINS
Mas está nas minhas raízes, está em minhas veias
IT'S IN MY BLOOD AND I STAIN EVERY HEART THAT I USE TO HEAL THE PAIN
Está no meu sangue e eu mancho cada coração que eu costumava curar
IT'S IN MY ROOTS, IT'S IN MY VEINS
Está nas minhas raízes, está em minhas veias
IT'S IN MY BLOOD AND I STAIN EVERY HEART THAT I USE TO HEAL THE PAIN
Está no meu sangue e eu mancho cada coração que eu costumava curar

SO I BLAME IT ON THE RIVER LEA, THE RIVER LEA, THE RIVER LEA
Então eu culpo o Rio Lea, o Rio Lea, o Rio Lea
YEAH I BLAME IT ON THE RIVER LEA, THE RIVER LEA, THE RIVER LEA
Yeah, eu culpo o Rio Lea, o Rio Lea, o Rio Lea
SO I BLAME IT ON THE RIVER LEA, THE RIVER LEA, THE RIVER LEA
Então eu culpo o Rio Lea, o Rio Lea, o Rio Lea
YEAH I BLAME IT ON THE RIVER LEA, THE RIVER LEA, THE RIVER LEA
Yeah, eu culpo o Rio Lea, o Rio Lea, o Rio Lea

I SHOULD PROBABLY TELL YOU NOW BEFORE IT'S WAY TOO LATE
Eu provavelmente deveria te dizer agora antes que seja tarde demais
THAT I NEVER MEANT TO HURT YOU OR LIE STRAIGHT TO YOUR FACE
Que eu nunca quis te machucar ou mentir na sua cara
CONSIDER THIS MY APOLOGY, I KNOW IT'S YEARS IN ADVANCE
Considere este meu pedido de desculpas, eu sei que já se passaram anos
BUT I'D RATHER SAY IT NOW IN CASE I NEVER GET THE CHANCE
Mas eu prefiro dizer isso agora, caso eu nunca tenha a chance
NO I CAN'T GO BACK, BUT THE REEVES ARE GROWING OUT OF MY FINGERTIPS
Não, eu não posso voltar, mas os recifes estão crescendo para fora dos meus dedos
I CAN'T GO BACK TO THE RIVER!
Eu não posso voltar para o rio

BUT IT'S IN MY ROOTS, IT'S IN MY VEINS
Mas está nas minhas raízes, está em minhas veias
IT'S IN MY BLOOD AND I STAIN EVERY HEART THAT I USE TO HEAL THE PAIN
Está no meu sangue e eu mancho cada coração que eu costumava curar
IT'S IN MY ROOTS, IT'S IN MY VEINS
Mas está nas minhas raízes, está em minhas veias
IT'S IN MY BLOOD AND I STAIN EVERY HEART THAT I USE TO HEAL THE PAIN
Está no meu sangue e eu mancho cada coração que eu costumava curar

SO I BLAME IT ON THE RIVER LEA, THE RIVER LEA, THE RIVER LEA
Então eu culpo o Rio Lea, o Rio Lea, o Rio Lea
YEAH I BLAME IT ON THE RIVER LEA, THE RIVER LEA, THE RIVER LEA
Yeah, eu culpo o Rio Lea, o Rio Lea, o Rio Lea
SO I BLAME IT ON THE RIVER LEA, THE RIVER LEA, THE RIVER LEA
Então eu culpo o Rio Lea, o Rio Lea, o Rio Lea
YEAH I BLAME IT ON THE RIVER LEA, THE RIVER LEA, THE RIVER LEA
Yeah, eu culpo o Rio Lea, o Rio Lea, o Rio Lea

RIVER LEA, RIVER LEA
Rio Lea, Rio Lea
RIVER LEA, RIVER LEA
Rio Lea, Rio Lea
RIVER LEA, RIVER LEA
Rio Lea, Rio Lea
RIVER LEA, RIVER LEA
Rio Lea, Rio Lea
THE RIVER LEA
O Rio Lea
THE RIVER LEA
O Rio Lea
THE RIVER LEA
O Rio Lea
THE RIVER LEA
O Rio Lea



❤# BOM DIA QUINTA-FEIRA - A VIDA EH UMA ESTRADA NEM SEMPRE ASFALTADA

  ❤# BOM DIA QUINTA-FEIRA - A VIDA EH UMA ESTRADA NEM SEMPRE ASFALTADA Bom dia, Quinta-feira! A vida é uma estrada, nem sempre asfaltada. Ha...