quinta-feira, 14 de março de 2019

SHELBY LYNNE - I ONLY WANT TO BE WITH YOU


I Only Want To Be With You
Shelby Lynne



I don't know what it is that makes me love you so
I only know I never want to let you go
cause you've started something
Oh, cant you see?
That ever since we met
You've had a hold on me
It happens to be true
I only want to be with you

It doesn't matter where you go or what you do
I want to spend each moment of the day with you
Oh, look what has happened with just one kiss
I never knew that I could be in love like this
Its crazy but its true
I only want to be with you

You stopped and smiled at me
And asked if Id care to dance
I fell into your open arms
And I didnt stand a chance
Now listen honey
I just want to be beside you everywhere
As long as were together, honey, I dont care
cause youve started something
Oh, cant you see?
That ever since we met
Youve had a hold on me
No matter what you do
I only want to be with you

Oh, oh, you stopped and you smiled at me
And asked if Id care to dance
I fell into your open arms
And I didnt stand a chance
Now hear me tell you
I just want to be beside you everywhere
As long as were together, honey, I dont care
cause youve started something
Oh, cant you see?
That ever since we met
Youve had a hold on me
No matter what you do
I only want to be with you
I said no matter, no matter what you do
I only want to be with you



O QUE IRRITA CADA SIGNO


O LIXO QUE VOCE JOGA NO CHAO NAO FALA - MAS ELE DIZ MUITO SOBRE VOCE




O lixo que você joga no chão não fala, mas ele diz muito sobre você.



hashtags:

#♥,
#♥AhInfernoPraDahCão!,
#♥AHumanidadeEstahEmProcessoDeExtinção!,
#♥AhMarmota!,
•,
•Educação♥,
lixo,

QUAL A SUA IDADE


THE FARM - ALL TOGETHER NOW


Farm - All Together Now



All Together Now


Remember boy that your forefather's died
Lost in millions for a country's pride
Never mention the trenches of Belgium
When they stopped fighting and they were one

A spirit stronger than war was at work that night
December 1914 cold, clear and bright
Countries' borders were right out of sight
They joined together and decided not to fight

All together now, all together now
All together now in no man's land (together)
All together now (all together), all together now (alltogether)
All together now (together, together)
In no man's land (together, together)

The same old story again
All those tears shed in vain
Nothing learnt and nothing gained
Only hope remains

All together now, all together now
All together now in no man's land (together)
All together now (all together), all together now (alltogether)
All together now in no man's land (together)
All together now (all together now), all together now (alltogether now)
All together now (together, together)
In no man's land (together, together)

The boys had their say, they said no (all together now)
Stop the slaughter, let's go home
Let's go, let's go (all together now)
Let's go (all together now), let's go home
All together now (together, together)
In no man's land (together, together)
All together now (all together now), all together now (alltogether)
All together now (together, together)
In no man's land (together, together)




Todos Juntos Agora


Lembre o garoto que perdeu seus antepassados
Milhões de perdas para o orgulho de um país
Sem mencionar as trincheiras da Bélgica
Quando pararam de lutar e tornaram-se um só

Um espírito mais forte que a guerra trabalhou naquela noite
Dezembro de 1914, frio, claro e ensolarado
Países fronteiriços, fora de vista,
E eles se uniram e decidiram não lutar

Todos juntos agora, todos juntos agora
Todos juntos agora, na Terra-de-Ninguém (juntos)
Todos juntos agora, (todos juntos), todos juntos agora (todos juntos)
Todos juntos agora (juntos, juntos)
Na Terra-de-Ninguém (juntos, juntos)

A mesma história novamente
Todas aquelas lágrimas derramadas em vão
Nada aprendido e nada ganho
Apenas restou a esperança

Todos juntos agora, todos juntos agora
Todos juntos agora, na Terra-de-Ninguém (juntos)
Todos juntos agora (todos juntos), todos juntos agora (todos juntos)
Todos juntos agora, na Terra-de-Ninguém (juntos)
Todos juntos agora (todos juntos agora), Todos juntos agora (todos juntos agora)
Todos juntos agora (juntos, juntos)
Na terra sem dono (juntos, juntos)

Os garotos tiveram a sua palavra, disseram não (todos juntos agora)
Suspendam as mortes, vamos para casa
Vamos lá, vamos lá (todos juntos agora)
Vamos lá (todos juntos agora), vamos para casa
Todos juntos agora (juntos, juntos)
Na Terra-de-Ninguém (juntos, juntos)
Todos juntos agora (todos juntos agora), todos juntos agora (todos juntos)
Todos juntos agora (juntos, juntos)
Na Terra-de-Ninguém (juntos, juntos)



quarta-feira, 13 de março de 2019

CAPRICORNIO


MARISA MONTE - VILAREJO


Marisa Monte - Vilarejo


Há um vilarejo ali
Onde areja um vento bom
Na varanda, quem descansa
Vê o horizonte deitar no chão

Pra acalmar o coração
Lá o mundo tem razão
Terra de heróis, lares de mãe
Paraíso se mudou para lá
Por cima das casas, cal
Frutas em qualquer quintal
Peitos fartos, filhos fortes
Sonhos semeando o mundo real

Toda gente cabe lá
Palestina, Xangri-Lá
Vem andar e voa
Vem andar e voa
Vem andar e voa

Lá o tempo espera
Lá é primavera
Portas e janelas ficam sempre abertas
Pra sorte entrar

Em todas as mesas, pão
Flores enfeitando
Os caminhos, os vestidos, os destinos
E essa canção
Tem um verdadeiro amor
Para quando você for


terça-feira, 12 de março de 2019

MIA COUTO - COZINHAR NAO E SERVICO - COZINHAR E UM MODO DE AMAR OS OUTROS



Cozinhar não é serviço… Cozinhar é um modo de amar os outros.


A avó, a cidade e o semáforo

Quando ouviu dizer que eu ia à cidade, Vovó Ndzima emitiu as maiores suspeitas:

– E vai ficar em casa de quem?

– Fico no hotel, avó.

– Hotel? Mas é casa de quem?

Explicar, como? Ainda assim, ensaiei: de ninguém, ora. A velha fermentou nova desconfiança: uma casa de ninguém?

– Ou melhor, avó: é de quem paga – palavreei, para a tranquilizar.

Porém, só agravei – um lugar de quem paga? E que espíritos guardam uma casa como essa?

A mim me tinha cabido um premio do Ministério. Eu tinha sido o melhor professor rural. E o premio era visitar a grande cidade. Quando, em casa, anunciei a boa nova, a minha mais-velha não se impressionou com meu orgulho. E franziu a voz:

– E, lá, quem lhe faz o prato?
– Um cozinheiro, avó.
– Como se chama esse cozinheiro?

Ri, sem palavra. Mas, para ela, não havia riso, nem motivo. Cozinhar é o mais privado e arriscado ato. No alimento se coloca ternura ou ódio. Na panela se verte tempero ou veneno. Quem assegurava a pureza da peneira e do pilão? Como podia eu deixar essa tarefa, tão íntima, ficar em mão anônima? Nem pensar, nunca tal se viu, sujeitar-se a um cozinhador de que nem o rosto se conhece.

– Cozinhar não é serviço, meu neto – disse ela. – Cozinhar é um modo de amar os outros.
Ainda tentei desviar-me, ganhar uma distração. Mas as perguntas se somavam, sem fim.
– Lã, aquela gente tira água do poço?
– Ora, avô…
– Quero saber é se tiram todos do mesmo poço…

Poço, fogueira, esteira: o assunto pedia muita explicação. E divaguei, longo e lento. Que aquilo, lá, tudo era de outro fazer. Mas ela não arredou coração. Não ter família, lá na cidade, era coisa que não lhe cabia. A pessoa viaja é para ser esperado, do outro lado a mão de gente que é nossa, com nome e história. Como um laço que pede as duas pontas. Agora, eu dirigir-me para lugar incógnito onde se deslavavam os nomes! Para a avó, um país estrangeiro começa onde já não reconhecemos parente.

– Vai deitar em cama que uma qualquer lençol ou?

Na aldeia era simples: todos dormiam despidos, enrolados numa capulana ou numa manta conforme os climas. Mas lá, na cidade, o dormente vai para o sono todo vestido. E isso minha avó achava de mais. Não é nus que somos vulneráveis. Vestidos é que somos visitados pelas valoyi e ficamos à disposição dos seus intentos. Foi quando ela pediu. Eu que levasse uma moça da aldeia para me arrumar os preceitos do viver.

Leia também: Quando nosso cérebro escolhe não sentir para não sofrer

– Avó, nenhuma moça não existe.

Dia seguinte, penetrei na penumbra da cozinha, preparado para breve e sumária despedida, quando deparei com ela, bem sentada no meio do terreiro. Parecia estar entronada, a cadeira bem no centro do universo. Mostrou-me uns papéis.

– São os bilhetes.
– Que bilhetes?
– Eu vou consigo, meu neto.

Foi assim que me vi, acabrunhado, no velho autocarro. Engolíamos poeiras enquanto os alto-falantes espalhavam um roufenho ximandjemandje. A avó Ndzima, gordíssima, esparramada no assento, ia dormindo. No colo enorme, a avó transportava a cangarra com galinhas vivas. Antes de partir, ainda a tentara demover: ao menos fossem pouquitas as aves de criação.

– Poucas como? Se você mesmo disse que lá não semeiam capoeiras.

Quando entramos no hotel, a gerência não autorizou aquela invasão avícola. Todavia, a avó falou tanto e tão alto que lhe abriram alas pelos corredores. Depois de instalados, Ndzima desceu à cozinha. Não me quis como companhia. Demorou tempo de mais. Não poderia estar apenas a entregar os galináceos. Por fim, lá saiu. Vinha de sorriso:

– Pronto, já confirmei sobre o cozinheiro…
– Confirmou o quê, avó?
– Ele é da nossa terra, não há problema. Só falta conhecer quem faz a sua cama.
Aconteceu, depois. Chegado do Ministério, dei pela ausência da avó. Não estava no quarto, nem no hotel. Me urgenciei, aflito, pelas ruas no encalço dela. E deparei com o que viria a repetir-se todas tardes, a vovó Ndzima entre os mendigos, na esquina dos semáforos. Um aperto me minguou o coração: pedinte, a nossa mais-velha?! As luzes do semáforo me chicoteavam o rosto:

– Venha para casa, avó!
– Casa?!
– Para o hotel. Venha.

Passou-se o tempo. Por fim, chegou o dia do regresso à nossa aldeia. Fui ao quarto da vovó para lhe oferecer ajuda para os carregos. Tombou-me o peito ao assomar à porta: ela estava derramada no chão, onde sempre dormira, as tralhas espalhadas sem nenhum propósito de serem embaladas.

– Ainda não fez as malas, avó?
– Vou ficar, meu neto.
O silêncio me atropelou, um riso parvo pincelando-me o rosto.
– Vai ficar, como?
– Não se preocupe. Eu já conheço os cantos disto aqui.
– Vai ficar sozinha?
– Lá, na aldeia, ainda estou mais sozinha.

A sua certeza era tanta que o meu argumento murchou. O autocarro demorou a sair. Quando passamos pela esquina dos semáforos, não tive coragem de olhar para trás.

O Verão passou e as chuvadas já não espreitavam os céus quando recebi encomenda de Ndzima. Abri, sôfrego, o envelope. E entre os meus dedos uns dinheiros, velhos e encarquilhados, tombaram no chão da escola.

Um bilhete, que ela ditara para que alguém escrevesse, explicava: a avó me pagava uma passagem para que eu a visitasse na cidade. Senti luzes me acendendo o rosto ao ler as últimas linhas da carta: “… agora, neto, durmo aqui perto do semáforo. Faz-me bem aquelas luzinhas, amarelas, vermelhas. Quando fecho os olhos até parece que escuto a fogueira, crepitando em nosso velho quintal…”.



KEANE - SOMEWHERE ONLY WE KNOW


Somewhere Only We Know
Keane



Somewhere Only We Know


I walked across an empty land
I knew the pathway like the back of my hand
I felt the earth beneath my feet
Sat by the river and it made me complete

Oh, simple thing, where have you gone?
I'm getting old and I need something to rely on
So tell me when you're gonna let me in
I'm getting tired and I need somewhere to begin

I came across a fallen tree
I felt the branches of it looking at me
Is this the place we used to love?
Is this the place that I've been dreaming of?

Oh, simple thing, where have you gone
I'm getting old and I need something to rely on
So tell me when you're gonna let me in
I'm getting tired and I need somewhere to begin

And if you have a minute why don't we go
Talking about that somewhere only we know?
This could be the end of everything
So why don't we go
Somewhere only we know?
(Somewhere only we know)

Oh, simple thing, where have you gone?
I'm getting old and I need something to rely on
So tell me when you gonna let me in
I'm getting tired and I need somewhere to begin

And if you have a minute why don't we go
Talking about that somewhere only we know?
This could be the end of everything
So why don't we go
So why don't we go

This could be the end of everything
So why don't we go
Somewhere only we know?
Somewhere only we know?
Somewhere only we know?



Um Lugar Que Só Nós Conhecemos


Eu andei por uma terra desabitada
Eu conhecia o caminho como a palma da minha mão
Eu senti a terra sob meus pés
Sentei-me junto ao rio e ele me completou

Oh, simplicidade, aonde você foi?
Eu estou ficando velho e preciso de algo em que confiar
Então me diga quando você vai me deixar entrar
Eu estou ficando cansado e preciso de algum lugar para começar

Eu passei por cima de uma árvore caída
Eu senti seus galhos olhando para mim
É este o lugar que costumávamos amar?
Esse é o lugar com o qual tenho sonhado?

Oh, simplicidade, aonde você foi?
Eu estou ficando velho e preciso de algo em que confiar
Então me diga quando você vai me deixar entrar
Eu estou ficando cansado e preciso de algum lugar para começar

E, se você tiver um minuto por que nós não vamos
Falar sobre isso num lugar que só nós conhecemos?
Isso poderia ser o final de tudo
Então por que nós não vamos
Para algum lugar que só nós conhecemos?
Algum lugar que só nós conhecemos

Oh, simplicidade, aonde você foi?
Eu estou ficando velho e preciso de algo em que confiar
Então me diga quando você vai me deixar entrar
Eu estou ficando cansado e preciso de algum lugar para começar

Então, se você tiver um minuto, por que nós não vamos
Falar sobre isso num lugar que só nós conhecemos?
Isso poderia ser o final de tudo
Então porque nós não vamos
Então porque nós não vamos

Isso poderia ser o final de tudo
Então porque nós não vamos
Para algum lugar que só nós conhecemos?
Algum lugar que só nós conhecemos?
Algum lugar que só nós conhecemos?


❤# BOM DIA SABADO - BEM-VINDO AGOSTO

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